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Partilhar as fotos de um evento sem aplicação: porquê e como fazer

Pedir a cada convidado para instalar uma aplicação é a forma mais segura de reduzir a participação. Partilhar por navegador, sem instalação, muda o jogo. Eis porquê e como implementar esta solução.

Partilhar as fotos de um evento sem aplicação
Ilustração: cena gerada, não contratual.

Porque evitar uma aplicação dedicada

Cada instalação representa uma fricção. É necessário procurar a aplicação, instalá-la, por vezes criar uma conta e aceitar autorizações. Numa festa, poucos convidados ultrapassarão todas estas etapas.

Parte dos seus convidados, nomeadamente os mais velhos, nem sequer o farão. Perde assim as suas fotos, muitas vezes as mais preciosas.

Partilha por navegador: como funciona

O princípio é substituir a instalação por um simples scan. O convidado aponta um código QR, uma página web abre no seu navegador e deposita os seus ficheiros. Nada a instalar, nada a memorizar.

Funciona em qualquer telemóvel recente, pois o navegador já está instalado. Esta é a abordagem da Fotelya: dois gestos e a foto junta-se ao álbum partilhado.

Os benefícios concretos para o organizador

Uma participação muito mais alargada, porque a barreira à entrada desaparece.

Memórias centralizadas em tempo real, em vez de dispersas em mensagens.

A qualidade original preservada, ao contrário das aplicações de mensagens que comprimem os ficheiros.

O que realmente acontece quando se pede para instalar uma aplicação

Cada etapa entre a vontade de participar e o depósito da foto faz perder pessoas. Uma aplicação acrescenta quatro: encontrar a aplicação certa na loja, aceitar o download, esperar pela instalação e criar uma conta. Nos convidados mais à vontade, a perda é moderada. Nos outros, é massiva.

Os convidados que perdemos em primeiro lugar

Não são aqueles em que pensamos. Os avós, claro, mas também as pessoas cujo telemóvel não tem espaço de armazenamento disponível, aquelas que se recusam por princípio a instalar uma aplicação para uma festa e aquelas que começam a instalação mas desistem porque a comida chegou. Ora são elas que muitas vezes têm as fotos que mais ninguém tirou.

O reflexo que já existe

Digitalizar um código com a câmara tornou-se um gesto comum, aprendido nos restaurantes e nos transportes. Não requer aprendizagem. É a única interação que se pode propor a cem pessoas de idades diferentes esperando que todas a consigam à primeira.

O que o navegador muda, tecnicamente

Aplicação para instalarPartilha por navegador
Antes de participarDownload, instalação, muitas vezes uma contaUm scan, a página abre
Armazenamento no telemóvelVárias dezenas de megabytesNada a instalar
Dados solicitadosConta, por vezes lista de contactos ou notificaçõesNenhuma conta necessária
Após o eventoMais uma aplicação para desinstalarUma aba que se fecha
CompatibilidadeDependente do modelo e da versão do sistemaQualquer telemóvel com um navegador recente

O único domínio onde uma aplicação mantém vantagem é o acesso a funções muito específicas do telemóvel. Para depositar fotos e vídeos num álbum partilhado, o navegador faz o trabalho, e fá-lo para todos.

Para que eventos

Todos os encontros onde várias pessoas captam memórias: casamento, aniversário, batizado, festa de empresa, festival. Quanto mais convidados houver, mais o valor da partilha sem aplicação se evidencia.

Perguntas frequentes

É mesmo sem qualquer instalação?
Sim. A partilha é feita a partir do navegador já existente no telemóvel. O convidado digitaliza o código QR e deposita os seus ficheiros, sem descarregar nada.
É compatível com todos os telemóveis?
Sim, qualquer dispositivo recente com navegador e câmara funciona. É precisamente este o interesse desta abordagem universal.
A partilha sem aplicação é segura?
Pode ser até mais segura do que uma pasta pública. Opte por um serviço que armazene os dados de forma encriptada, com acesso privado por link e código, e que elimine os media após o evento.

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